Artigos

Tipos de Caqui

O caqui é originado na China. Os japoneses adotaram, cultivaram e tornaram este fruto popular.

Os caquis são divididos em duas categorias principais: adstringente e não-adstringente.

O caqui japonês ou fuyu é não-adstringente, ao contrário do outro tipo comum, o hachiya.

Caquis adstringentes são muito azedos e só podem ser comidos quando completamente maduros. Caquis não-adstringentes, como a variedade fuyu, podem ser comidos mesmo que duros, como uma maçã ou pêra.

Quando um caqui amadurece, ele muda de verde para laranja, como um tomate. Fuyu têm pouca ou nenhuma semente.

Nutrientes básicos do Caqui

De acordo com o Departamento de Saúde Pública da Califórnia, um caqui japonês de tamanho médio fornece 118 calorias, 0 g de gordura, 1 g de proteína, 31 g de, vitamina A 12,8 mg, ou 21 por cento de vitamina C. Os caquis japoneses são também rica em manganês, um mineral que atende 30 por cento do DV em uma fruta inteira.

O caqui atende é rico em fibras insolúveis e solúveis. A fibra insolúvel promove a saúde digestiva e evacuações regulares, enquanto a fibra solúvel forma um gel no trato digestivo que liga o colesterol e o remove do sistema. A fibra solúvel também retarda o esvaziamento gástrico, ajudando a reduzir o alto nível de açúcar no sangue, de acordo com os Institutos Nacionais de Saúde. Dietas ricas em fibras promovem a saúde cardiovascular diminuindo os níveis de LDL, o colesterol “ruim”.

O caqui é uma fruta típica do outono e sua colheita no Japão acontece entre os meses de outubro e novembro, sendo consumido fresco quanto seco. Após passar por um longo método de preparo, tornando-se uma espécie de passa adocicada, o hoshigaki chama atenção por sua aparência: tipicamente servido inteiro, apresenta, muitas vezes, uma camada esbranquiçada em sua superfície, resultado da cristalização dos açúcares naturais presentes na fruta.

Esse processo foi elaborado há séculos como uma maneira de preservar o caqui durante o rigoroso inverno japonês, sendo uma alternativa às frutas cítricas típicas dessa estação. A partir do século XIX, com a intensificação da emigração japonesa, diferentes tipos de caqui foram levados a países como Estados Unidos e Brasil, onde o preparo do hoshigaki também está presente.

Sibugaki (tipo taninoso): Apresentam frutos com polpa sempre taninosa (adstringente) e de cor amarela, independente da presença ou não de sementes. Estes frutos necessitam tratamentos pós-colheita com etileno, gás carbônico ou etanol para degradação do tanino (fenóis) para se tornarem aptos para o consumo. As principais variedades do tipo taninoso são: Taubaté, Pomelo e Rubi.

Amagaki (tipo doce): A polpa dos frutos é amarela e não apresenta tanino, contendo ou não sementes. São também chamados de caquis doces ou duros, ou ainda de chocolate branco. As principais variedades do tipo doce são: Fuyu, Jiro e Fuyuhana.

Variável: Frutos destas cultivares, quando oriundos de flores não polinizadas, sem sementes, apresentam polpa amarela e rica em taninos, necessitando de destanização. Quando ocorre polinização há formação de sementes e a polpa apresenta-se escura de cor chocolate e sem tanino, estando aptos para o consumo na colheita. As principais variedades do tipo variável são: Rama Forte, Giombo e Kaoru.

Quer saber mais? Encaminhe as suas dúvidas para mim! Será um prazer respondê-las!

Agende já a sua consulta nutricional presencialmente ou on line no telefone 11 99228-8515.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *